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Jornalista MTB nº 15515
terça-feira, 10 de maio de 2011
Um Stradivarius de 1742 em Ibirubá.




Em uma visita ao Museo Teobaldo Becker de Ibirubá, em outubro de 2010, descobri por curiosidade, interesse por instrumentos musicais e uma grande dose de sorte, um violino Stradivarius construído em Cremona-Italia em 1742. No início não acreditei no que li no selo quase apagado pelo tempo no interior do violino. Mas com a ajuda do prefeito Carlos Jandrey e da secretária Jussara, deciframos o que estava escrito: "ANTONIUS STRADIVARIUS/ Cremonesis/ faciebath Ano 1742". Mantemos em segredo até hoje por razões de segurança, até checar a autenticidade. A Secretaria de Educação através do Departamento de Cultura encaminhou o raro instrumento para uma análise por pessoas especializadas através da Secretaria de Cultura, para se ter uma idéia mais exata sobre o instrumento, bem como a sua proteção de forma adequada.

O instrumento não possui mais as tarrachas, o espelho, o arco e o cavalete tensor das cordas mas a caixa de ressonância (era o segredo da sonoridade do Stradivari) está inteira e bam conservada.

Na edição desta semana da Revista Época foi notícia o leilão de um raro Stradivarius de 1721 pela Nipon Music Foundation para ajudar as vítimas da tsumani. A empresa comprou, também num leilão, pela "bacatela"de US$ 10 milhões, ou seja 16,1 milhões de reais. Com o leilão a empresa espera superar muito esse valor.

O Stradivarius que está em Ibirubá foi construído apenas 11 anos após a morte do luthier Antonio Stradiveri e certamente foi fabricado por um descendente seu e considerada uma réplica autêntica dos fabricados por Antônio. O luthier Antônio Stradivari morreu em 1737 mas a fórmula que usava para a construção de violinos, violas e celos não foi descobeta ainda. O que se sabe é a maravilhosa sonoridade dos instrumentos construídos por ele, e por seu seus descendentes tambem luthiers.

Mesmo sendo uma réplica, o que encontrei deve valer uma boa grana, além do valor hitórico e artistico que certamente é bem maior. O município estuda a possibilidade de envia-lo à Europa para uma avaliação precisa e certificação, mas já se sabe que o custo de seguro, envio, além do risco é alto. Possivelmente será exposto em local seguro, devidamente segurado, para visitação pública.

Postado por João Batista as 10.5.11 e tem 2 comentarios
2 Comments:
Blogger Eduardo Luft disse...

Grande descoberta. Fiquei curioso para ver de onde veio o dito instrumento? quem doou para o museu?

Espero que seja restaurado e naão saia de Ibirubá. Ah, não descuidem da segurança.

10 de maio de 2011 10:31  
Anonymous Anônimo disse...

Belo trabalho, certamente vai repercurtir.

10 de maio de 2011 17:39  

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